Saúde e bem-estar

Se você treina CrossFit, é profissional da área de educação física ou simplesmente se interessa por assuntos relacionados ao esporte, com certeza já deve ter encontrado o termo “mobilidade” no CrossFit e, como ela é importante para o desenvolvimento físico de qualquer pessoa.

O assunto está na moda, e naturalmente acaba surgindo várias informações erradas, sem nenhuma base cientifica e que apenas servem para confundir quem está atrás de informações realmente relevantes.

Pensando nisso, resolvemos explicar um pouco sobre o que é e por que o treino de mobilidade é tão importante.

O QUE É MOBILIDADE?

Podemos definir a mobilidade como a capacidade de se movimentar uma determinada área do corpo por uma grande amplitude de movimento.

Todas as partes do nosso corpo possuem um limite natural de movimento, que serve como um mecanismo contra lesões de nossas articulações, como calcanhares, pélvis, joelhos, ombros, etc.

Porém a prática esportiva inadequada, longos períodos na posição sentada ou atividades diárias inapropriadas podem ocasionar uma diminuição considerável nessa amplitude de movimento. A falta de mobilidade de uma articulação pode levar ao aumento do stress das articulações vizinhas, e consequentemente às lesões.

MOBILIDADE X FLEXIBILIDADE

Ao contrário da mobilidade, que é treinada a partir de movimentos voluntários, a flexibilidade é adquirida através de movimentos passivos e estáticos que não geram nenhuma força para a região trabalhada.

Uma abertura de pernas completa, por exemplo, não é sinônimo de alta mobilidade, uma vez que ela pode ocorrer por ações ou forças externas, como aparelhos específicos, ajuda de outra pessoa ou até mesmo da própria gravidade.

Ou seja, uma pessoa com ótima mobilidade não é necessariamente flexível, e ter flexibilidade não é a mesma coisa que ter mobilidade.

A MOBILIDADE NO CROSSFIT

Como no CrossFit existem uma variedade enorme de exercícios e variações de movimento, a mobilidade é considerada por muitos especialistas o principal requisito para execução correta das técnicas e prevenção de lesões.

Obviamente uma boa mobilidade no Crossfit não se consegue da noite pro dia. São necessários treinos específicos, com profissionais certificados e postura correta.

Em primeiro lugar, é preciso compreender que no CrossFit geralmente as pessoas vêm de um backgrounds totalmente distintos. Por isso, alguns praticantes podem ser mais flexíveis que os outros ou terem vícios dos treinos de academia, que priorizam muito pouco exercícios naturais e com alta amplitude de movimento.

Isso significa que a execução correta dos exercícios é fundamental para o desenvolvimento de força e mobilidade.

O treino de mobilidade consiste numa série de movimentos completos que visam desenvolver a força e flexibilidade do praticante, além de tendões e articulações mais fortes e resistentes às diferentes cargas de exercícios, seja na Box de CrossFit ou na vida cotidiana.

Lembrando que é muito importante treinar CrossFit com profissionais certificados, pois eles serão os responsáveis por te dizer quais exercícios devem ser executados, em qual intensidade e – principalmente – corrigir sua postura durante todo o processo.

Fonte: www.crossfithighpulse.com.b

Atleta do CrossFit Viçosa @pedropbmartins

Considerada uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade atinge 42 milhões de crianças com menos de 5 anos pelo mundo. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a incidência de meninos de 5 a 9 anos acima do peso chega a 15%.

Existem dois fatores que contribuem para o sobrepeso infantil: a genética e, principalmente, os maus hábitos alimentares.
Um dos principais vilões é o açúcar, introduzido precocemente na alimentação da criança.
A obesidade infantil acarreta problemas que impactam na adolescência e na vida adulta, como diabetes e hipertensão.
Para manter o distúrbio bem longe do seu filho, conheça outros 7 erros comuns na dieta das crianças e evite-os:

1 - Abrir mão de amamentar
Até os seis meses de vida, os pediatras recomendam o aleitamento materno exclusivo, por livre demanda. Não se engane com crenças equivocadas de que seu leite é fraco ou de que o de vaca é mais nutritivo, fazendo a substituição. Dentre inúmeros benefícios, estudos provam que os bebês alimentados apenas com leite materno têm menos chances de se tornarem obesos na adolescência e na vida adulta.

2 - Negligenciar as recomendações do pediatra
Se você não amamenta, mas usa fórmula, é preciso tomar alguns cuidados: siga exatamente as instruções de seu pediatra e nem pense em engrossar a bebida com amido de milho.

3 - Culpar a genética
Ela é responsável por 50% da propensão à obesidade. Se um dos pais é obeso, a chance da criança ser também é de 40%. Se ambos forem, esse número pode chegar a 80%. Mas é preciso levar em consideração que os outros 50% envolvem fatores ambientais, como o mau hábito alimentar, e que este, sim, é passível de mudanças.

4 - Não estabelecer uma rotina
Depois dos primeiros 6 meses, começa a introdução de alimentos na dieta das crianças, sendo assim, é preciso criar uma rotina de alimentação, com papinhas, frutas e sucos naturais diariamente.

5 - Viciar o paladar
Nos primeiros dois anos, as crianças começam a desenvolver o paladar. Os alimentos naturais devem ter prioridade. Evite sucos industrializados, que contêm uma quantidade muito grande de açúcar, e dê preferência a frutas naturais. 

6 - Barganhar na hora da refeição
Os pais devem respeitar a fome das crianças, por isso, nada de forçá-las a comer alimentos saudáveis para conseguir um doce ou chocolate. Assim ela vai entender que um alimento nada saudável é uma recompensa por comer bem.

7 - Permitir a TV em excesso
Depois de comer, a criança só tem um jeito de queimar toda a energia: se exercitando. Pode ser com brincadeiras ou com esporte, respeitando a vontade dela. As crianças não devem ficar mais de 2 horas na frente de uma tela, pois elas precisam se movimentar.

É comum pensar que pessoas com diabetes não devem praticar exercício físico devido ao risco de surgir uma hipoglicemia durante a atividade. Porém, praticado com orientação profissional e acompanhamento médico (monitorização de níveis de insulina e glicose), o exercício físico pode ser bastante benéfico para quem tem diabetes.
A prática regular de exercício físico, em especial os exercícios aeróbios:

  1. Diminui os níveis de glicose no sangue;
  2. Estimula a produção de insulina;
  3. Aumenta a sensibilidade celular à insulina;
  4. Aumenta a capacidade de captação de glicose pelos músculos;
  5. Diminui a gordura corporal, a qual está relacionada à diabetes tipo 2.

A quantidade ideal de exercícios varia e deve respeitar as condições físicas e a presença de complicações decorrentes da doença, através de uma avaliação médica.
De um modo geral, o exercício deve contemplar várias capacidades físicas e deve ser realizado sempre com supervisão de um técnico:

  1. Exercícios aeróbios (corrida, natação e ciclismo) - a recomendação médica é realizar o total de 150 minutos/semana, com intensidade moderada.
  2. Treino de musculação – Duas a três vezes por semana, de 30 minutos cada, dando mais importância aos grandes grupos musculares.

Antes de iniciar qualquer programa de atividade física deve ser realizada uma avaliação, fundamental para detetar complicações decorrentes da diabetes e estabelecer alguns limites, de forma a não colocar em risco a integridade física do praticante.

Fonte: HOLMES PLACE

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