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A escolha do parto pode afetar a saúde do bebê? Durante a formação do feto, os pulmões se desenvolvem em um ambiente cheio de líquidos e, até o nascimento, esse órgão não tem um funcionamento efetivo. Com o parto normal e a passagem do bebê pela pelve, que é estreita e apertada, ocorre a retirada do excesso de líquido dentro dos pulmões. Isso acontece por conta da compressão torácica e o bebê se recupera melhor, tendo menos riscos de desenvolver problemas respiratórios. Ainda assim, é importante lembrar que a escolha do parto não afeta no desenvolvimento neurológico da criança.

Como é feita a cesariana? A cesariana é um procedimento cirúrgico em que é preciso fazer uma anestesia, que pode ser a raquiana ou peridural. As duas são aplicadas nas vértebras das costas. De acordo com o ginecologista e obstetra Alberto Jorge Guimarães, como a peridural demora um pouco mais para fazer efeito e as mulheres sentem a movimentação durante a cirurgia, é mais comum o uso da raquiana. Depois disso, é feita uma sondagem, antissepsia (limpeza especial) e uma incisão por sete camadas até chegar ao bebê.

Como é feito o parto normal? O normal envolve um trabalho de parto, com contrações sentidas na hora certa. A partir disso, o médico avalia a dilatação do colo do útero, que deve chegar a 10 cm. Se o espaço for insuficiente para o bebê passar, é feito um corte cirúrgico na região perineal. Quando o colo estiver completamente dilatado e as contrações estiverem fortes, as paredes do útero farão uma pressão e, com a ajuda da mãe, impulsionarão a criança para fora.

Quanto tempo dura cada processo? No geral, a cesariana é realizada em uma hora. Já o parto normal tende a variar e pode durar até 15 horas quando feito pela primeira vez. Como é um organismo que nunca dilatou, o processo costuma ser mais lento. Normalmente, as mães de primeira viagem dilatam um centímetro por hora.

Para evitar dores, o parto normal pode ser feito com anestesia? Sim. A ideia de que a mãe precisa sofrer todas as dores do parto não é real. "Algumas mulheres fogem do parto normal por medo da dor, mas é possível dar uma anestesia e fazer com que ela continue participando do trabalho de parto", explica Guimarães. De acordo com o obstetra, se a mãe estiver sentindo dores, o médico pode aplicar a anestesia combinada, que mistura raquiana e peridural em dosagem menor, aliviando o desconforto.

Por que o parto normal é o mais indicado pelos médicos? Há uma série de motivos pelos quais o parto normal é o mais indicado por especialistas quando a gravidez não apresenta complicações. Além de evitar problemas respiratórios para o bebê, esse procedimento também traz benefícios para as mães. A quantidade de sangramento num parto normal é muito menor que a cesariana - o que diminui as chances de infecção -, e recuperação é mais rápida, o que deixa a mulher mais independente para levantar e cuidar do bebê. Também é importante lembrar que o parto normal acontece na hora certa e todo o processo tem um efeito muito interessante que mexe com o psicológico e emocional da mãe, tornando-a mais preparada para a nova fase.

É possível se preparar e estimular o parto normal durante a gravidez? Sim. As mulheres que não abrem mão do parto normal podem ajudar a saída do bebê durante o pré-natal e o parto. Para isso, há vários exercícios que proporcional um autoconhecimento da pelve, feitos com bolas de pilates ou trabalhando o pompoarismo, uma técnica oriental que consiste na contração e relaxamento dos músculos vaginais.

Quais são as reais indicações para a realização da cesariana? Apesar de os médicos estimularem o parto normal, alguns casos exigem a realização da cesariana para que os nove meses de gravidez acabem com sucesso. Por isso que não dá para ser completamente a favor de um ou de outro. É preciso que seja feita uma avaliação médica antes de indicar a cesariana, mas existem alguns casos comuns como quando bebê está sentado, descolamento de placenta ou gestações em que a criança é muito maior que a pelve da mãe.

Qual a diferença na recuperação entre parto normal e cesariana? Se o bebê nascer por parto normal, a mãe pode levantar em seguida, não há dores durante a recuperação e os pontos serão expelidos naturalmente. A cesariana, no entanto, é um procedimento cirúrgico. Com isso a mulher levanta entre 6 e 12 horas depois, os pontos devem ser retirados entre 10 e 15 dias após o parto e há dores e distensão abdominal no pós-operatório.

É verdade que a cada parto normal o trabalho de parto é mais fácil? Sim. Como no primeiro parto normal o organismo da mãe nunca foi dilatado, o processo costuma demorar mais. Por isso, os partos seguintes costumam ser mais fáceis. No caso da cesariana, o ideal é ter o intervalo de no mínimo dois anos até a realização de outra cirurgia.

Na 2ª Feira de Saúde Plamhuv as mulheres, de 25 a 69 anos, poderão realizar gratuitamente o exame Preventivo (Papanicolau).

O exame Preventivo (assim como o de PSA para os homens), serão agendados durante o evento por ordem de chegada.

É obrigatório que os participantes levem cópia do cartão nacional de saúde (SUS), CPF e RG, e leite (Caixinha) ou Óleo de soja para doação ao Hospital do Câncer de Muriaé.

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(31) 3891-1800 - www.plamhuv.com.br

Os preparativos para a 2ª Feira de Saúde PLAMHUV começaram, e vocês já podem participar com a gente!

Mulheres de 50 a 69 anos podem realizar o exame de mamografia gratuitamente durante a feira. Basta agendar o atendimento na sede do PLAMHUV (datas e horários informados na imagem) e levar Leite (Caixinha) ou Óleo de soja no dia do exame para doação ao Hospital do Câncer de Muriaé.

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O Ministério da Saúde oferece camisinhas femininas pelo Sistema Único de Saúde e está divulgando sua distribuição durante as olimpíadas e paraolimpíadas.

A camisinha feminina é uma "bolsa" feita de um plástico macio, o poliuretano, que é um material mais fino que o látex do preservativo masculino. Essa bolsa recebe o líquido que o homem libera na relação sexual, impedindo o contato direto dos espermatozóides com o canal vaginal e com o colo do útero da mulher, evitando assim a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, a transmissão do HIV, e prevenindo a gravidez não planejada.

Além disso, as mulheres podem assumir o comando naquela discussão difícil - e frequente -  sobre usar ou não o preservativo na hora H (mesmo que todo mundo saiba que o certo é usar sempre, e fim de papo). O lado ruim é que nem todo mundo sabe ao certo como usar a camisinha feminina e como lidar com esse "corpo estranho" na vagina.

Listamos 5 bons motivos para você dar uma chance ao preservativo feminino:

1. Dupla proteção
Além da gravidez  indesejada, o preservativo das mulheres é eficaz na prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis, como a hepatite B, a Sífilis e o HIV. No caso do HPV e da herpes, ela oferece maior proteção que as camisinhas masculinas, por abranger uma área maior de contato genital, como os grandes lábios.

2. Menor perda de sensibilidade
Segundo informações do “Manual de Orientação em Anticoncepção” da Febrasgo, o preservativo feminino é confortável tanto para o homem quanto para a mulher, fácil de remover e proporciona menor perda de sensibilidade que os preservativos masculinos.

3. Não precisa esfriar o clima
A camisinha feminina pode ser colocada até 8 horas antes da relação sexual sem nenhum prejuízo de eficácia.

4. O poder é seu
Quando a decisão de usar camisinha parte de você, dificilmente o parceiro vai "cancelar" a transa por causa disso. Agora, as chances de ter uma relação sexual com a proteção devida dobraram.

5. É fácil de colocar
Não tem mistério: a camisinha feminina deve ser colocada da mesma forma que um absorvente interno ou diafragma. “Deitada, sentada ou com uma das pernas levantadas, é só dobrar a o anel que tem fundo e introduzir o máximo possível na vagina”, explica Vera Fonseca, diretora administrativa da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).  O lado que não tem fundo é o anel que fica do lado de fora da vagina. É por ali que o pênis vai entrar. “Caso a mulher não se sinta segura, ela pode praticar a inserção apenas como um treino, sem ter relações naquele dia”, orienta.

Se você vai usar, não esqueça que...

 - A camisinha deve estar na vagina antes de qualquer contato físico mais quente. Entre 17 e 51,1 % das pessoas afirmaram que colocam o preservativo após o início da relação sexual, e isso invalida a função do preservativo.

- É preciso tomar cuidado com os objetos cortantes ou pontiagudos na hora de abrir o pacote. Entre 2,1 e 11,2% das pessoas afirmaram que abriram os preservativos com objetos cortantes ou com os dentes.

- Antes de transar, é importante conferir se a camisinha está em boas condições e dentro da data de validade. 82,7% das mulheres e 74,5% dos homens não verificaram o estado do preservativo antes do uso.

- Escolher bem o lubrificante é fundamental. Em 4,1% das relações sexuais, as pessoas afirmaram usar lubrificante à base de óleo, que, em contato com o látex, pode degradar o preservativo.

Fonte: REDAÇÃO M DE MULHER

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Em qualquer salão de beleza deve existir a preocupação com a saúde do cliente e de seu funcionário, sendo favorável um ambiente claro e/ou bem iluminado, com ventilação adequada, piso de fácil limpeza e uso de luvas descartáveis em todos os procedimentos.
 
Listamos cinco dicas para você observar no salão:
 
1 – Esterilização: os salões de beleza devem ter as autoclaves, compartimentos responsáveis pela esterilização de objetos metálicos, como o alicate. Isso evita a transmissão de vírus e bactérias pelo instrumento.
 
2 – Lixa: tem a lixa comum de unha, tem a de polimento e a dos pés. Todas elas apresentam perigo à saúde se não forem individuais e descartáveis. O riso de contaminação é por fungo, que causa micose.
 
3 – Barba e depilação: a barba está na moda e salões especializados nela estão cada vez mais populares. Alguns detalhes também devem ser observados nesse caso: a lâmina da máquina de corte e a tesoura devem ser esterilizadas e a navalha é descartável.
 
4 – Maquiagem: kit de pincéis deve estar limpo, mas o ideal é levar o seu. Batom, delineador e máscara para cílios nunca devem ser compartilhados.
 
5 – Alergia: sempre testar tinturas e esmaltes antes de usar.
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Ter que levantar à noite para ir urinar pode ser um problema. Isso interrompe o ciclo do sono e acordamos mais cansados, o que, a longo prazo, vai tirar nossa qualidade de vida. 

Essa doença é chamada de “nictúria” e, embora seja frequente, sobretudo em pessoas mais velhas, também pode ser sofrida por pessoas mais jovens devido a problemas de saúde muito específicos.
Listamos algumas possíveis causas:

Insônia

É habitual que as pessoas que padeçam de insônia sintam a necessidade de ir várias vezes ao banheiro. Não é sintoma de nenhuma doença. Trata-se simplesmente da sensação de nos limpar um pouco e vamos ao  banheiro para nos relaxar. Não significa um problema serio e, como dizemos, é uma coisa muito característica nas pessoas que têm dificuldades para conciliar o sono.

Bexiga hiperativa

Esse tipo de patologia é muito habitual entre as mulheres de maior idade e, em geral, pode estar associada a diversas doenças como, por exemplo, uma simples cistite, diabetes tipo 2 ou, inclusive, é possível que se padeça de bexiga hiperativa depois de ter sofrido um derrame cerebral. Como dizemos, é uma patologia frequente em pessoas maiores e que deriva, por sua vez, de outras doenças.

Cistite

Padecer de uma cistite é mais habitual nas pessoas mais jovens e, em especial, nas mulheres. Há épocas em que, de repente, sentimos a urgência por ir ao banheiro com mais frequência e, quando urinamos, ou sentimos dor ou notamos a sensação de que não esvaziamos por completo a bexiga.

Para tratar uma cistite é necessário primeiro saber qual é a sua causa, que pode ser uma simples infecção derivada de alguma bactéria ou inclusive vir de algum problema renal. Será sempre seu médico quem irá diagnosticar o problema e oferecer o tratamento mais adequado para o seu caso.

Determinados remédios

É outro fator que você deve ter em conta. Há muitos remédios que estimulam a micção e que, por sua vez, nos produzem certa inflamação na bexiga ou alguma doença nos rins. Se seguir algum tratamento, nunca descuide dos efeitos secundários ou dos sintomas que eles possam provocar.  Frente a qualquer dúvida, consulte seu médico.

Diabete

A presença de glicose no sangue tem como consequência um aumento da urina, desidratação, suores e, sobretudo, nictúria. Nunca passe por cima desses sintomas, em especial levantar entre 3 e 6 vezes à noite for um hábito na sua vida. Não se descuide desse problema.

Ter bebido muito líquido ao longo do dia

Não tem maior importância e, sem dúvida, é algo muito específico. Há dias em que bebemos um pouco mais de água, de refrigerantes ou sucos, ou inclusive é possível que em alguma festa você tenha bebido um pouco mais de álcool. Tudo isso leva a que tenhamos que levantar mais vezes à noite para “evacuar” todo esse líquido.

Todos esses problemas tendem a ser mais frequentes em idades avançadas, apesar de haver casos em jovens, especialmente casos de bexiga hiperativa. Mas se o problema se tornar recorrente ou incômodo é recomendável procurar um especialista.
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Você está na consulta ginecológica ou urológica e se lembra daquela dúvida que pintou no banheiro outro dia, mas desiste de perguntar por ser constrangedora - ou então por medo do médico achar óbvio demais. Pensando nisso, trouxemos 5 curiosidades para vocês:

1 - Odores indesejados na região íntima, por que isso pode acontecer?

Há fatores externos ligados ao comportamento da mulher que podem prejudicar a preservação do caráter ácido da pele. Suor, abafamento, higiene inadequada e uso de roupas justas e de tecidos sintéticos são elementos que podem dificultar a ventilação ou agredir a região íntima e, como consequência, alterar o seu pH, criando um ambiente propício ao desenvolvimento de incômodos desse tipo.

2 – Quais os fatores externos que podem causar os odores e como evita-los?

Pouca ventilação: o uso frequente de roupas justas ou que deixam a região íntima abafada por muito tempo pode trazer um odor mais forte. O ideal é evitar esse tipo de peça, mas quando não conseguir, é importante não exceder muito o período com a roupa.

Muito tempo fora de casa: a higienização deve ser feita pelo menos uma vez ao dia em climas mais amenos e de uma a três vezes em temperaturas mais quentes. Quem fica muito tempo fora de casa e une a isso outros fatores como a prática de exercício físico e o uso de roupas justas, por exemplo, deve redobrar o cuidado.

Prática de exercício físico: na correria do dia, muitas vezes torna-se impossível sair do trabalho e passar em casa antes de ir para academia para tomar uma ducha. Desta forma, levar uma nécessaire com alguns produtos que facilitem principalmente a limpeza íntima, é indispensável.

Tipo de lingerie: aliado a agitação da vida moderna, surgiram mudanças de hábitos como o uso mais frequente de roupas sintéticas e calcinhas de lycra, que prejudicam a ventilação, alterando o pH e criando um ambiente propício ao desenvolvimento de odores e infecções ginecológicas.

Menstruação: no período menstrual há uma variação do pH da região íntima. Essa fase afeta as mulheres de diversas formas. Uma delas é a mudança no odor vaginal, já que o sangue, em contato com o ar, pode causar um odor peculiar, que incomoda as mulheres. Trocar o absorvente sempre que perceber que a região íntima está úmida e higienizar com sabonete específico para a região, com pH equilibrado, pode ajudar a amenizar o cheiro.

3 - Quais os problemas em machucar o pênis ou a vagina durante a depilação?

Se você prefere se depilar e sofreu algum corte durante o processo, o ideal é higienizar bem a área no momento e manter a higiene com atenção redobrada nos próximos dias, acompanhando a ferida de perto. Caso aconteça algum inchaço, inflamação ou infecção na área afetada, procure um médico. Evite roupas que friccionem o local durante a cicatrização e dê um tempo nas relações sexuais.

4 - Uma pessoa em tratamento para DST coloca o parceiro em risco se transar sem camisinha?

O paciente em tratamento para doença sexualmente transmissível curáveis, como o HPV, gonorreia e clamídia, deve manter abstinência sexual até a completa cicatrização ou remissão da DST. No caso de DSTs crônicas, como a Aids, o recomendado é sempre fazer sexo com preservativos.

O ideal é que essa pessoa seja avaliada por um médico - preferencialmente aquele que iniciou o tratamento - para que ele verifique a situação atual e possa dar essa permissão.

5- Por que algumas pessoas têm vontade de urinar após a relação sexual?

Segundo o urologista Mauro, existe um reflexo após o orgasmo sexual, que desencadeia a contração de vários músculos da pelve, inclusive da bexiga e dos esfíncteres envolvidos na micção, podendo desencadear em alguns indivíduos um desejo de urinar logo após. "Urinar depois do sexo também é importante para limpar o canal urinário, diminuindo o risco de possíveis infecções por bactérias", ressalta a ginecologista Rita Géssia Patriani Rodrigues, do hospital São Luiz Itaim, em São Paulo.

Fonte: Site Tua Saude - Por Dra. Sheila Sedicias
Site Minha Vida - Por Carolina Serpejante 

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