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Itens filtrados por data: Janeiro 2018

Se você treina CrossFit, é profissional da área de educação física ou simplesmente se interessa por assuntos relacionados ao esporte, com certeza já deve ter encontrado o termo “mobilidade” no CrossFit e, como ela é importante para o desenvolvimento físico de qualquer pessoa.

O assunto está na moda, e naturalmente acaba surgindo várias informações erradas, sem nenhuma base cientifica e que apenas servem para confundir quem está atrás de informações realmente relevantes.

Pensando nisso, resolvemos explicar um pouco sobre o que é e por que o treino de mobilidade é tão importante.

O QUE É MOBILIDADE?

Podemos definir a mobilidade como a capacidade de se movimentar uma determinada área do corpo por uma grande amplitude de movimento.

Todas as partes do nosso corpo possuem um limite natural de movimento, que serve como um mecanismo contra lesões de nossas articulações, como calcanhares, pélvis, joelhos, ombros, etc.

Porém a prática esportiva inadequada, longos períodos na posição sentada ou atividades diárias inapropriadas podem ocasionar uma diminuição considerável nessa amplitude de movimento. A falta de mobilidade de uma articulação pode levar ao aumento do stress das articulações vizinhas, e consequentemente às lesões.

MOBILIDADE X FLEXIBILIDADE

Ao contrário da mobilidade, que é treinada a partir de movimentos voluntários, a flexibilidade é adquirida através de movimentos passivos e estáticos que não geram nenhuma força para a região trabalhada.

Uma abertura de pernas completa, por exemplo, não é sinônimo de alta mobilidade, uma vez que ela pode ocorrer por ações ou forças externas, como aparelhos específicos, ajuda de outra pessoa ou até mesmo da própria gravidade.

Ou seja, uma pessoa com ótima mobilidade não é necessariamente flexível, e ter flexibilidade não é a mesma coisa que ter mobilidade.

A MOBILIDADE NO CROSSFIT

Como no CrossFit existem uma variedade enorme de exercícios e variações de movimento, a mobilidade é considerada por muitos especialistas o principal requisito para execução correta das técnicas e prevenção de lesões.

Obviamente uma boa mobilidade no Crossfit não se consegue da noite pro dia. São necessários treinos específicos, com profissionais certificados e postura correta.

Em primeiro lugar, é preciso compreender que no CrossFit geralmente as pessoas vêm de um backgrounds totalmente distintos. Por isso, alguns praticantes podem ser mais flexíveis que os outros ou terem vícios dos treinos de academia, que priorizam muito pouco exercícios naturais e com alta amplitude de movimento.

Isso significa que a execução correta dos exercícios é fundamental para o desenvolvimento de força e mobilidade.

O treino de mobilidade consiste numa série de movimentos completos que visam desenvolver a força e flexibilidade do praticante, além de tendões e articulações mais fortes e resistentes às diferentes cargas de exercícios, seja na Box de CrossFit ou na vida cotidiana.

Lembrando que é muito importante treinar CrossFit com profissionais certificados, pois eles serão os responsáveis por te dizer quais exercícios devem ser executados, em qual intensidade e – principalmente – corrigir sua postura durante todo o processo.

Fonte: www.crossfithighpulse.com.b

Atleta do CrossFit Viçosa @pedropbmartins

Publicado em Saúde e bem-estar
Quinta, 25 Janeiro 2018 12:07

A CONEXÃO DA AUTOESTIMA COM O ESPORTE.

A capacidade mental de cada atleta é que vai poder lhe proporcionar a realização de suas metas de modo efetivo. À medida que se concretiza o trabalho para aumentar esta capacidade mental, consequentemente, são reforçados fatores psicológicos que exercem influência significativa em importantes características pessoais, como autoestima e valores morais.

Em estudo realizado com especialistas em Psicologia do Esporte (GOULD, TAMMEN, MURPHY & MAY *, 1989, citado por GOULD & DAMARJIAN, 2000), sobre os tópicos mais utilizados por eles em consultórios, relacionados ao desempenho e os não relacionados ao desempenho, tanto em consultas individuais como em grupo, ficou com o tópico autoestima a maior nota, referindo-se aos não relacionados ao desempenho. Portanto, para eles a autoestima tem sua importância, porém não é relacionada diretamente ao desempenho.

 Juntamente com o lar e os meios ambientes próximos, o mundo do esporte competitivo pode ser uma importante incubadora para produzir atletas inseguros que desenvolvem uma necessidade em defender a autoestima deles, conforme STEVE BERGLAS*, Psicólogo da Escola Médica de Harvard. (citado por CLARKSON, 1999). Quando o indivíduo tem um foco específico de competição vindo de uma infância prematura, ele está incrivelmente dependente daquela competição, isto pode vir a ser tudo e o fim de tudo na autoestima de um homem.

 A autoestima, assim como os outros aspectos psicológicos terá sua particularidade em cada desportista. É possível observar que a pressão existente no ambiente esportivo vai ter como reflexo em cada participante uma variação de autoestima positiva e negativa ou até mesmo sua ausência. Mesmo que o atleta apresente autoestima negativa, se ela tiver utilidade para sua produtividade ele a manterá. Da mesma forma, essa pressão poderá servir como um estímulo para o reforço de uma autoestima positiva.

Numa situação competitiva a exposição de um atleta é evidente, e se ele apresenta uma baixa autoestima estará muito vulnerável ao julgamento dos outros, incluindo-se entre eles torcida, técnico, companheiros de equipe e imprensa. Muitas vezes o atleta opta em função disto, não perder, ou seja, não se arrisca muito para não ser inadequado, ao invés de investir para vencer e ser o melhor, até mesmo porque não acredita em seu talento e capacidade.

Teóricos consideram que geralmente a autoestima é influenciada e formulada por “feedback” vindo do meio ambiente, e o aumento da autoestima é normalmente considerado como um processo que requer assimilação de “feedback” positivo, sucesso ou senso de competência elevado. 

Atletas do CrossFit Viçosa:

@pedropbmartins

@jeff.olliver

@tulioar

 

Publicado em Saúde e bem-estar
  1. DST

Doenças sexualmente transmissíveis, como a clamídia e a gonorreia, causadas por bactérias, atrapalham o sonho de ser pai e mãe. Nos homens, desencadeiam inflamação nos testículos e no epidídimo, uma estrutura sobre o par de glândulas masculinas. Com isso, travam a passagem dos espermatozóides.

  1. Peso

A cintura saliente aumenta a temperatura dos testículos, prejudicando a qualidade do sêmen. Adotar uma dieta saudável, rica em frutas e verduras, e a prática regular de atividade física são as primeiras atitudes para ampliar a família.

  1. Telefone no bolso

Cientistas da Universidade de Exeter, na Inglaterra, constataram que, ao travar contato diário com a radiação do celular, a proporção de gametas masculinos normais caía 8%. “A radiação parece causar estragos no DNA dessas células”, conta Fiona Mathews, líder do trabalho, que ainda demanda estudos prospectivos maiores para confirmar a ligação.

  1. Produtos químicos

Detergente, sabão, sacos plásticos… De acordo com o Centro Europeu de Estudos Avançados, substâncias presentes nesses itens fomentam a infertilidade. Tudo porque a mistura de ingredientes químicos bagunçaria os hormônios que regulam a fabricação de espermatozóides. “Só que ainda não conhecemos muito bem quais os elementos capazes de comprometer a produção”, diz o urologista Sidney Glina, do Hospital Ipiranga, em São Paulo.

  1. Idade

Até alguns anos atrás se acreditava que o homem mantinha sua capacidade de gerar descendentes intactas a vida toda. Mas não é bem assim: a partir dos 50 anos, a qualidade e a quantidade dos espermatozóides começam a decair.

  1. Anabolizantes

Substâncias à base de testosterona, usados por quem quer ganhar músculos ou aumentar a virilidade, têm, sim, repercussões negativas sobre a capacidade fértil. “O indivíduo pode sofrer uma redução no número de espermatozóides e até ficar estéril”, alerta o urologista Reginaldo Martello, chefe do Departamento de Reprodução Humana da Sociedade Brasileira de Urologia.

  1. Fumo, álcool e cia.

Os efeitos maléficos do cigarro aos órgãos sexuais já estão bem documentados. “Diversos componentes químicos prejudiciais, como o cádmio, se depositam nos testículos e não saem mais”, explica Renato Fraietta, professor de reprodução humana da Universidade Federal de São Paulo. O fumo ainda agride os vasos sanguíneos – finos e frágeis, eles sabotam o aporte de oxigênio e nutrientes ao saco escrotal. Pesquisas também depõem contra o álcool, a maconha e a cocaína.

  1. Trauma

O homem que já levou uma bolada na região dos genitais sabe bem que a dor é intensa e demora para ir embora. Mas traumas leves  não têm repercussão na linha de produção dos gametas. Só se a colisão for muito intensa, há risco de ocorrer uma ruptura dos tecidos que recobrem os testículos. Então, caso o incômodo e o inchaço não passem logo, o melhor é ir direto ao pronto-socorro.

  1. Ausência de espermatozoide

Em uma condição chamada azoospermia, o sêmen não apresenta nenhum espermatozóide. Isso acontece por duas razões: a primeira por obstrução, ou seja, os testículos até criaram as células sexuais, mas elas não chegam ao seu destino – aliás, a vasectomia, cirurgia de esterilização que fecha os tubos que levam o líquido dos testículos até o pênis, bloqueia justamente esse caminho. Um procedimento de desobstrução costuma reverter o quadro. Na segunda categoria da azoospermia, a escassez é fruto de defeitos em algumas etapas da fabricação  das células reprodutivas – resultado de síndromes genéticas ou decorrente de radioterapia para debelar um câncer. O tratamento, muito mais complexo, vai variar de acordo com o caso.

  1. Varizes bem lá...

Uma das grandes vilãs da fertilidade masculina é a varicocele, conjunto de varizes que pode se formar no saco escrotal. O defeito em válvulas que deveriam drenar o sangue acarreta um aumento no calibre de algumas veias ali. O líquido vermelho fica represado e isso eleva a temperatura da bolsa que guarda os testículos. O calor excessivo e outras eventuais alterações interferem na produção dos espermatozóides. Para corrigir, recorre-se a uma cirurgia relativamente simples. O importante mesmo é detectar o problema o quanto antes, uma vez que a varicocele costuma aparecer na adolescência.

Fonte: saude.abril.com.br                 

Lembrando que é fundamental que o homem, assim como todo individuo que quer ter uma vida longa e saudável, procure um médico e realize exames preventivos pelo menos uma vez ao ano, para garantir que a saúde esteja em dia.

Assim como praticar atividades físicas regularmente aliada à uma alimentação saudável. Não tem segredo, essa é aquela famosa receita para se ter uma vida com mais saúde.

Publicado em Saúde e bem-estar
Quarta, 24 Janeiro 2018 17:34

SAÚDE DA MULHER: EXAMES DE LABORATÓRIO

São exames complementares aos exames ginecológicos de rotina, realizados em laboratórios ou clínicas especializadas. São solicitados pelos médicos para possibilitar ou confirmar o diagnóstico de uma doença.

Há vários tipos de exames laboratoriais: de sangue (hemograma), de urina, mamografia, entre outros.

Os principais exames requeridos pelos médicos ginecologistas são:

  • Mamografia;
  • Laparoscopia;
  • Densitometria Óssea;
  • Ressonância nuclear magnética (Mama);
  • Ultrassonografia Endovaginal, Ginecológica e Obstétrica;
  • Ultrassom da Mama;
  • Ultrassonografia para Endometriose;
  • Captura Híbrida – HPV.

Mamografia

É o método mais recomendado para o diagnóstico precoce do câncer de mama. De alta sensibilidade, pode mostrar o câncer muito antes deste ser palpável. É o único exame que consegue detectar microcalcificações, que dependendo da forma e da distribuição, podem indicar a fase inicial de um cancro. Indicado para mulheres acima de 40 anos de idade.

Laparoscopia

É um procedimento diagnóstico e terapêutico, possibilitando o exame e a realização de cirurgias através de pequenas cânulas de metal que são inseridas no abdômen. Atualmente, a visualização interna acontece por intermédio de câmeras de vídeo miniaturizadas, a chamada videolaparoscopia. Ambos os procedimentos precisam de anestesia geral e internação hospitalar. É indicada, principalmente, para o diagnóstico e tratamento da endometriose e infertilidade.

Densitometria Óssea

Por meio de raios-X, propõe medir a densidade mineral no segmento ósseo, avaliando-a de acordo com os padrões de idade e sexo. É o principal elemento de diagnóstico da osteoporose. Com a medição da densidade, é possível verificar a possibilidade de futuras fraturas e o nível da osteoporose.

Ressonância Nuclear Magnética (RM)

Esse exame consiste em colocar a pessoa em um campo magnético, a fim de realizar exames de imagem de alta complexidade, mostrando detalhes não vistos nos exames de radiologia geral. A Ressonância Magnética pode ser realizada em diversas partes do corpo e será solicitada de acordo com o diagnóstico médico.

Ressonância Nuclear Magnética de Mama (RM)

É a RM realizada para analisar a mama através de campo magnético intenso, ou seja, sem radiação como no caso da mamografia. Não substitui a mamografia e o exame clínico da mama.

Ultrassonografia Endovaginal, Ginecológica e Obstétrica

A ultrassonografia endovaginal, realizada na vagina, emiti ondas sonoras inaudíveis para examinar a parte interior do organismo feminino. Já o exame ginecológico ou pélvico é feito através do abdômen e com a bexiga cheia. E por último, a ultrassonografia obstétrica é realizada quando a paciente está grávida. Qualquer mulher pode realizar o ultrassom, com exceção do endovaginal para mulheres virgens.

Ultrassom da Mama

É um método de imagem que permite avaliar a glândula mamária e detectar lesões. Esse exame utiliza o recurso de ondas. Pode indicar se o nódulo é benigno ou maligno. É solicitado para mulheres que sentiram alguma alteração nas mamas.

Ultrassonografia para diagnóstico de Endometriose

O ultrassom especializado para diagnosticar a Endometriose é realizado por ondas sonoras. Detecta problemas no ovário e suas sequelas, que podem afetar bexiga, ligamento, intestino, entre outros. Quando há o diagnóstico da Endometriose, o resultado auxilia o médico em uma futura cirurgia.

Captura Híbrida no Diagnóstico do HPV

Diagnostica a presença do vírus mesmo antes da paciente apresentar os sintomas. Para a realização desse exame, o médico introduz o espéculo e, com o auxílio de uma escovinha delicada, coleta amostras de secreção do colo uterino, da vagina ou da vulva. Após o recolhimento, o material é encaminhado ao laboratório. A preparação do exame deve ser seguida à risca: não ter relações sexuais três dias antes do exame; não estar menstruada; não ter usado qualquer tipo de ducha ou creme vaginal na última semana.

Fonte: www.gineco.com.br

Publicado em Saúde e bem-estar
Quarta, 24 Janeiro 2018 17:23

SAÚDE DA MULHER: EXAMES DE CONSULTÓRIO

Confira os exames que seu médico pode pedir, como eles são feitos e pra que servem e sinta-se mais tranquila na hora da consulta.

Estes exames são fundamentais para a prevenção de doenças e cuidado da saúde sexual e reprodutiva da mulher. A consulta ginecológica deve ser realizada uma vez ao ano, no mínimo.

Os exames que podem ser realizados no consultório ginecológico são:

  • Toque vaginal;
  • Especular;
  • Exame clínico de mama;
  • Papanicolau;
  • Colposcopia;
  • Vulvocospia
  • Videocolposcopia

Toque Vaginal

Exame realizado para analisar principalmente a vagina, o colo e o corpo do útero. O médico ginecologista introduz dois dedos na vagina e, ao mesmo tempo, coloca a outra mão sob o abdômen. Assim, pode sentir o colo do útero, e por meio de movimentos de ambas as mãos examinam-se o útero, as trompas e os ovários. É fundamental para o diagnóstico de endometriose e da doença inflamatória pélvica. Mulheres virgens não podem realizar esse exame.

Especular

Introduz-se um espéculo no canal vaginal para avaliar a cor e aspecto da vagina e do colo do útero (se há lesões, inflamações); presença de corrimento; e presença de hemorragias. O ideal é utilizar um espéculo descartável.

Exame clínico de mama

Realizado para examinar as mamas, a fim de encontrar sinais e sintomas de doenças. O médico repete os mesmos procedimentos realizados pela paciente no autoexame das mamas.

Papanicolau

Através do material colhido no Papanicolau, é possível analisar células da vagina para detectar inflamações, displasias e doenças como HPV e o câncer de colo do útero. No exame, o médico ginecologista realiza a coleta de material (células e secreções) e encaminha para um laboratório.

Colposcopia

Permite visualizar a vagina e o colo do útero por meio de um aparelho chamado colposcópio. Esse aparelho permite o aumento da visualização de 10 a 40 vezes o tamanho normal. É realizado fora do período menstrual. Para a realização desse exame, recomenda-se a abstinência sexual por 48 horas e devem-se evitar exercícios físicos intensos.

Vulvocospia

É realizada com o colposcópio, por meio do qual é examinada a Vulva. Durante esse exame, são usados produtos químicos e corantes para realçar as áreas que serão examinadas. É indicada para mulheres que apresentam resultado anormal no Papanicolau ou para aquelas em que foram notadas alterações como vaginite e vulvovaginite.

Videocolposcopia

É o registro da colposcopia e da vulvocospia em vídeo.

 

Fonte: www.gineco.com.br 

ATENDIMENTO GINECOLÓGICO NO CONSULTÓRIO DO PLAMHUV.

 Dra. Joice Samandha
Atendimento: Às terças e quintas-feiras, de 12:40 às 17:40h.

Agende sua consulta: (31) 3891-1800

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