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Itens filtrados por data: Junho 2017

A BCG é a vacina contra TUBERCULOSE (uma doença infectocontagiosa causada pelo Mycobacterium bovis ou pelo Bacilo de Koch. A tuberculose ataca mais comumente os pulmões, mas pode também causar infecções nos ossos, rins e meninges (as membranas que envolvem o cérebro).

 A vacina é aplicada via intradérmica (essa via de aplicação é usada em pequenos volumes, superficial a pele, com uma agulha bem fina).

Quem deve tomar essa vacina?

Pessoas com qualquer idade podem ser vacinadas. A aplicação dessa vacina é obrigatória para todas as crianças. Indicada acima de 2kg. Sua aplicação é realizada logo após o nascimento, se caso e isso não for possível, deve ser ministrada após no máximo o primeiro mês de vida.

Em locais com alta prevalência da doença será administrada também em crianças de 6 e 7 anos de idade, por ocasião da entrada na escola, caso não tenham registro de esquema vacinal completo contra a tuberculose.

Contraindicações

Recomenda-se adiar a vacinação com BCG em recém-nascidos com peso inferior a 2 kg e em presença de problemas na pele.

Existe apenas uma situação bem mais alarmante (e rara) em relação à BCG, bebês com deficiência da imunidade celular podem apresentar uma grave infecção pelo bacilo da vacina e precisam ser tratados imediatamente.

Como é a reação da BCG?

É causada por uma inflamação no local, não apresentar dor, apenas uma ardência na aplicação. Após algumas semanas da aplicação, podendo aparecer até os 6 meses de vida, uma vermelhidão local e a formação nódulo local, uma “bolinha”, podendo conter secreção ou não.

Em alguns casos a reação fica mais intensa, com uma ferida purulenta bem maior, podendo até apresentar gânglios (“íngua”) na região das axilas. Nesses casos, muito pouco frequentes, é necessário procurar o médico e tomar antibiótico.

Cuidados com a vacina.

Os cuidados são locais, deve-se limpar bem com água e sabão durante o banho. Importante não apertar ou não estourar o nódulo.

Dia 1º de julho - Dia da Vacina BCG.

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Basta que a temperatura comece a diminuir para que nossa pele sinta os primeiros efeitos do inverno. Além dos lábios rachados por conta do frio, é comum que a cútis também fique mais ressecada e, em muitos casos, até descamada.

Em ambientes úmidos e quentes, a pele em geral é mais lubrificada. Já em lugares secos ou frios, ela perde água em troca com o ambiente, ficando assim desidratada – afirmam os dermatologistas.

Até hábitos da rotina, como aquele banho quentinho no final do dia, podem contribuir para a sensação de pele seca. Por isso, a primeira dica é:

Nada de banho muito quente

O recomendado é manter a temperatura morna e tomar banhos rápidos. Se você passa por uma chuveirada mais de uma vez ao dia, a dica é usar sabonete somente em áreas íntimas (como axilas e virilha) em um dos banhos.

Não esqueça o hidratante

Nos dias frios, investir em um bom hidratante é ainda mais importante. Para vencer a preguiça, a sugestão é apostar nos chamados hidroshowers, produtos criados para usar ainda dentro do box. Como a pele ainda está molhada na hora da aplicação, a penetração dos ativos é ainda maior. Também vale optar por versões pensadas exclusivamente para o inverno, com base manteiga ou creme. Na hora de escolher, procure por hidratantes que contenham na fórmula ativos como a ureia, o lactato de amônia, ceramidas e ácido glicólico.

Beba bastante água

É normal acabar esquecendo porque, na maioria dos casos, sentimos menos sede no inverno. Mas não quer dizer que você pode abandonar a garrafinha de água, viu? Além de ser fundamental para a saúde, consumir pelo menos 1,5 litro de água por dia ainda ajuda a hidratar a pele e evitar os problemas causados pela baixa temperatura.

Esfoliação segue na rotina

Não é porque a pele está mais seca que você precisa deixar a esfoliação de lado – e esta dica vale principalmente para quem tem cútis oleosa.

Quanto menos ar-condicionado, melhor.

Como o aparelho costumar ressecar a pele, procure usá-lo somente quando necessário. Para ajudar a umidificar o ar, a dica é apostar em um vaporizador ou numa bacia com água.

Água termal

Já testou o poder hidratante da água termal? A dica é dar uma pequena borrifada no rosto logo após o banho, deixar secar e aplicar o hidratante. Ela ajuda a hidratar e prepara a pele para receber um creme mais pesado.

Filtro solar sempre

Não é porque o dia está frio e sem sol que você pode deixar de lado o filtro solar. Uma opção prática são as bases que têm protetor na fórmula e facilitam a rotina de beleza pela manhã.

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Terça, 20 Junho 2017 12:21

PORQUE ELES NÃO CUIDAM DA SAÚDE?

É fato que a maioria dos homens não vão ao médico e que existem muitas doenças que poderiam ser evitadas com acompanhamento de saúde ou higiene. Mas o que acontece na nossa sociedade que faz homens se distanciarem não apenas da sua saúde, mas de uma relação saudável com seu corpo?

Confira abaixo 9 motivos que explicam o porque os homens não cuidam da saúde:

1- Conceito de masculinidade
A pesquisadora da Universidade de Connecticut, Mary Himmelstein, disse à BBC Brasil que homens evitam médicos por medo de serem vistos como fracos. Tudo porque nossas sociedades – tanto a brasileira quanto a americana – ligam as ideias de bravura e autossuficiência aos papéis masculinos. A pesquisa diz que quanto mais os homens se importam com padrões de masculinidade impostos culturalmente, mais evitam ir ao médico e minimizam problemas de saúde.

“No caso dos homens, essas crenças contribuem para a ideia de que, para ser um ‘bom homem’, é preciso ser duro, corajoso e absolutamente autossuficiente. O problema dessas crenças é que criam barreiras para pedir ajuda, mesmo em face de doenças e lesões”, explica.

O médico Baldur Shubert, então coordenador de Saúde do Homem do Ministério da Saúde, disse à revista Superinteressante em 2009 que “o homem se julga invulnerável. Isso contribui para que ele cuide menos de si mesmo e se exponha mais a situações de risco”.

2- Eles foram criados assim
Quando uma menina tem sua primeira menstruação ela é levada ao ginecologista. Ali ela aprende, bem ou mal, sobre o próprio corpo, sobre prevenção de doenças, a necessidade de acompanhamento médico e prevenção de gravidez ou DSTs.

Os meninos passam a produzir sêmen e nada acontece. A comparação parece estranha, mas é o ponto em que meninos podem passar a reproduzir, idêntico à menstruação para as meninas. Eles não são levados ao médico, não são ensinados nada e têm a responsabilidade da contracepção relevada.

Além disso, desde pequenos meninos são ensinados a não chorar, a ignorar a dor, a serem fortes e fazer o que deve ser feito. A partir do momento em que não é mais a mãe a responsável pela saúde, eles a deixam de lado.

3- Se cuidar não é másculo
Tudo começa com a alimentação: homem de verdade come carne. E come muito. E come mal. E bebe. E não se importa com a maneira que aquela comida foi feita. A masculinidade está tão ligada à agressividade que homens tendem a ser incentivados a se alimentar como homens da caverna. Faz sentido?

Um estudo publicado no periódico Harvard Men’s Health Watch aponta que alimentação ruim, estresse, tabagismo e álcool estão na lista de maus hábitos mais comuns nos homens do que nas mulheres.

Homens são levados a crer que não precisam de cuidado. E frequentar consultórios médicos destruiria sua relação com a ideia de herói.

4- Eles acham que a saúde está sempre boa
Homens não fazem acompanhamento de saúde. Enquanto mulheres levam a sério as consultas preventivas, o número de homens que têm esse hábito é 30% menor. Isso porque homens têm,além de tudo, a ideia de que sua saúde está em dia.

Dentre os homens, 70% acha que estão bem ou muito bem de saúde – entre as mulheres esse número cai para 62%.

5- Homens ignoram sintomas e esquecem do problema
A geriatra Jane Márcia de Moura Emídio Dias chama esse hábito de “síndrome do diagnóstico tardio”. Ela disse à revista Seleções: “O homem vai ignorando os sinais do corpo, negando os próprios sintomas. Funciona como uma bomba-relógio – espera a situação piorar para buscar ajuda. E quando melhora, não retorna mais ao médico para os exames de rotina”.

6- Eles têm medo do que podem descobrir, mas não assumem
A lógica dos homens funciona assim: se eles não sabem, não existe. Portanto, eles não vão ao médico, assim não precisam descobrir se tem algo errado com seus corpos. O problema é o resultado disso: homens tendem a morrer mais jovens que as mulheres.

7- Medo dos exames “constrangedores”
Fale a palavra próstata e veja homens fugirem de consultórios médicos. Mas esse não é o único exame que os incomoda: perguntas sobre a vida pessoal, conferir o peso ou precisar ficar nus – mesmo com a camisola hospitalar – foram apontados como grandes problemas pela pesquisa feita pela MediaSourceTV.

8- Pouca familiaridade com o próprio corpo
Ao mesmo tempo em que homens são incentivados a se masturbar desde as mais baixas idades, o mesmo não acontece com o resto do corpo. Eles passam a saber muito sobre o próprio pênis, mas apenas informações relacionadas ao orgasmo (deles mesmos), já que a higiene ainda é assunto tabu, assim como a impotência e até mesmo a fimose.

9- Esposas e filhos obrigam homens a se cuidarem
Uma pesquisa do Centro de Referência em Saúde do Homem aponta que 70% dos homens precisam que esposas ou filhos. E, por sua vez, os familiares só descobrem a necessidade de levá-los ao médico quando o quadro já está avançado. O estudo aponta que mais de 50% dos homens já chegam aos consultórios com doenças em estágio avançado, pedindo intervenções cirúrgicas.

 

ATENÇÃO HOMENS! Cuidar da saúde e fazer exames preventivos é muito importante, independente de sua idade.

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Ler faz bem para a saúde além de todos os benefícios na educação esse hábito tem importante papel na saúde física mental e emocional.

Alguns estudos já comprovaram que estimular o cérebro ao longo da vida, começando pela infância e mantendo esse hábito, contribuirá significativamente para uma boa saúde mental na velhice.

E a leitura tem esse poder de exercitar o cérebro, aprimorar a memória, estimular a imaginação, ajudando a desenvolver a inteligência, o raciocínio e a concentração.

Esse hábito é um dos segredos para se manter uma mente sempre jovem e ativa.

Dessa forma com a prática regular desse exercício mental é possível alcançar a longevidade com mais saúde e com qualidade de vida.

Por que tão importante quanto a saúde física é a saúde mental, por isso, o nosso cérebro necessita de exercícios diários e uma simples atividade como uma boa leitura promove esses benefícios e na maioria das vezes nem percebemos isso.

Ler faz bem para a saúde, porque ler é aprender, função essencial desenvolvida pelo cérebro! Esse aprender é algo muito mais importante do que simplesmente interpretar letras que formam as palavras, que formam as frases e que formam os textos.

A leitura convida o leitor para uma viagem para outra realidade através das asas da imaginação.

E neste cenário com a atenção focada, é possível se distrair, divertir, e aprender muito mais, quer sejam novas culturas, ou conhecimento nas diversas áreas do saber, bem como permite melhorar o raciocínio e a interpretação dos fatos.

Quem lê mais enriquece o seu vocabulário e consegue desenvolver melhor as habilidades da escrita e da fala.

Consegue fortalecer o seu pensamento crítico e isso permite dialogar de forma mais clara e inteligente sobre qualquer assunto, facilitando a comunicação e a expressão.

Ler faz bem para todas as idades

Ler faz bem para a saúde e para cada idade há um tipo de leitura e vocabulários característicos.

Seja a leitura de jornais, noticiários, artigos, revistas, livros, romances, poesias entre outros, publicações físicas ou virtuais, através da internet, tudo isso ajuda na formação do indivíduo.

São fontes de informações com diferentes tipos de leituras.

É importante estimular o hábito pela leitura logo na infância. Por isso é fundamental a participação de pais e professores nesta fase.

Uma vez desenvolvido e fortalecido esse hábito se manterá pela vida toda preparando a criança uma vida adulta mais responsável, consciente, culta e dinâmica.

Cultive bons hábitos e acrescente na sua rotina diária atividades que possam contribuir para o seu desenvolvimento físico, mental e emocional.

Uma pessoa saudável certamente é bem informada e pratica hábitos saudáveis. A mente que se exercita lendo absorve melhor conteúdos de qualidade que curam a falta de informações.

É por isso que ler faz bem para a saúde e uma boa leitura pode ser uma opção de hábito saudável.

 

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No dia 15 de junho, é comemorado o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. A data, instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS), visa sensibilizar a sociedade em prol do combate à violência contra idosos e a disseminação do entendimento da violência como violação aos direitos humanos. O objetivo é garantir o envelhecimento de forma saudável, tranquila e com dignidade.

No Brasil, a população passa por uma profunda mudança em suas características demográficas, principalmente com o crescimento expressivo das pessoas com mais de 60 anos - em especial do subgrupo de mais de 80 anos. Existem quase 20 milhões de pessoas idosas no país. Isso representa 11% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Projeções mostram que em 2050 haverá duas vezes mais idosos do que crianças no Brasil.

A violência contra a pessoa idosa não está relacionada apenas a agressão física. A negligência, por exemplo, foi a principal forma de violência praticada contra os idosos brasileiros nos últimos três anos. Em 2014 representou 76,3% das denúncias recebidas pelo serviço Disque 100 – da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR). O descuido é caracterizado pela omissão dos familiares ou instituições responsáveis pelos cuidados básicos para o desenvolvimento físico, emocional e social da população a partir dos 60 anos. A negligência caracteriza-se de diversas formas como: privação de medicamentos, descuido com a higiene e saúde, ausência de proteção contra o frio e o calor.

“Frequentemente a pessoa idosa se cala sobre os abusos físicos que sofre e se isola para que outros não tomem conhecimento desse tipo de violência, prejudicando assim sua saúde mental e a sua qualidade de vida”, explica Maria Cristina Hoffmann, coordenadora de Saúde da Pessoa Idoso, do Ministério da Saúde. Ela conta que as estatísticas mostram que, por ano, cerca de 10% dos idosos brasileiros morrem por homicídio. “A incidência comprovada no mundo inteiro é que de 5% a 10% dos idosos sofrem violência física visível ou invisível e que pode ou não provocar a morte”, afirma Cristina.

Qualquer tipo de violência deve ser denunciada. Para isso, a Secretaria de Direitos Humanos conta com o serviço do Disque 100 para acolher denúncias. Trata-se de um serviço gratuito, que funciona 24 horas por dia. A identidade de quem denuncia é preservada. Denúncias também podem ser feitas pelo portal http://www.disque100.gov.br.

Para se informar e saber como denunciar, saiba quais são as formas de manifestação da violência contra a pessoa idosa:

- Física: Inclui abuso e maus tratos físicos, que constituem a forma de violência mais visível e costumam acontecer por meio de empurrões, beliscões, tapas ou por outros meios mais letais, como agressões com cintos, armas brancas (ex. facas, estilete) e armas de fogo.

- Negligência/ abandono: Negligência é a omissão por familiares ou instituições responsáveis pelos cuidados básicos para o desenvolvimento físico, emocional e social do idoso, tais como privação de medicamentos, descuido com a higiene e saúde, ausência de proteção contra o frio e o calor. O abandono é uma forma extrema de negligência.

- Sexual: É qualquer ação na qual uma pessoa, fazendo uso de poder, força física, coerção, intimidação ou influência psicológica, obriga outra pessoa, de qualquer sexo, a ter, presenciar ou participar, de alguma maneira, de interações sexuais.

- Econômico-financeira e patrimonial: Consiste no usufruto impróprio ou ilegal dos bens dos idosos, e no uso não consentido por eles de seus recursos financeiros e patrimoniais.

- Autoinfligida e autonegligência: Refere-se à conduta da pessoa idosa que ameaça sua própria saúde ou segurança por meio da recusa de prover a si mesma dos cuidados necessários. Nesse caso, não se trata de terceiros que provocam a violência, e sim da própria pessoa idosa.

- Psicológica: Corresponde a qualquer forma de menosprezo, desprezo, preconceito e discriminação, incluindo agressões verbais ou gestuais, com o objetivo de aterrorizar, humilhar, restringir a liberdade ou isolar a pessoa idosa do convívio social. Pode resultar em tristeza, isolamento, solidão, sofrimento mental e depressão.

 

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Fazer qualquer esporte traz muitos benefícios à saúde e o futebol não fica atrás. Uma outra vantagem de praticar esta modalidade é ficar com pernas fortes e bonitas.

Veja abaixo os benefícios que este esporte pode lhe proporcionar: 

  • Diminuição da gordura corporal;
  • Manutenção do peso;
  • Aumento da força e da massa muscular;
  • Aumento da densidade óssea;
  • Melhora da resistência cardiovascular;
  • Favorece o trabalho de vários sistemas do corpo como o digestivo, o imunológico, o nervoso, o muscular, o esquelético, o endócrino e o respiratório, ativando as suas funções;
  • Reduz o risco de várias doenças como as cardíacas, diabetes, pressão alta etc;
  • Elimina o estresse e a ansiedade;
  • Diminui a freqüência cardíaca em repouso;
  • Melhora a flexibilidade, a coordenação, a mobilidade articular, o reflexo, a agilidade e a concentração;
  • Estimula a circulação sanguínea;
  • Trabalha principalmente os músculos das panturrilhas, coxas, glúteos, costas e abdome;
  • Aumenta a socialização, afinal é um esporte coletivo.

Além disso, com certeza você irá se divertir durante as partidas podendo gastar muitas calorias. Em média 400 calorias em 45 minutos de jogo. É um esporte com curtas explosões de atividade intensa, isto é, de repente chega um passe e você sai correndo com a bola, diminuindo o ritmo assim que passa a bola adiante. Por isso tenha certeza de que seu fôlego é suficiente.

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Durante a gestação é importante que o homem também esteja atento à sua saúde para evitar a transmissão de doenças do pai para a mãe e, consequentemente, da mãe para o bebê.

Embora falar sobre cuidados durante o período de gestação possa parecer, num primeiro momento, ter relação apenas com a futura mamãe, é uma fase em que o homem também deve voltar as atenções para a própria saúde, ao mesmo tempo em que acompanha todos os processos que envolvem a gravidez. Para incentivar essa postura por parte dos futuros papais, o Ministério da Saúde criou o “Pré-natal do parceiro”. 

Através da realização de exames de rotina, da atualização da carteira vacinal, de testes rápidos e da adesão a qualquer tratamento necessário, é possível reduzir diversas complicações, como a transmissão vertical da sífilis, do HIV e das hepatites B e C. Isso é necessário porque, mesmo que a gestante esteja atenta a todos os cuidados recomendados, ela pode ser reinfectada ao manter relações sexuais com o parceiro infectado com sífilis e, no caso do HIV, a carga viral pode ser aumentada. A respeito das hepatites B e C, também transmitidas pelo contato sexual, são doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas, mas podem gerar graves complicações como a insuficiência hepática e a cirrose. 

Abaixo listamos os exames básicos que são recomendados pelo Ministério da Saúde para o casal que está à espera de um filho: 

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Os sintomas de um acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame ou AVE, podem surgir de uma hora para outra, e dependendo da parte do cérebro que é afetada manifestam-se de forma diferente.

Porém, existem alguns sintomas que podem ajudar a identificar este problema rapidamente, como:

  • Dor de cabeça intensa que surge de repente;
  • Diminuição da força de um dos lados do corpo, que é visível no braço ou na perna;
  • Perda da sensibilidade de uma parte do corpo, não identificando o frio ou calor, por exemplo;
  • Dificuldade em permanecer de pé ou ficar sentado, pois o corpo cai para um dos lados, não conseguindo andar ou ficar arrastando uma das pernas;
  • Alterações da visão, como perda parcial da visão ou visão embaçada;
  • Rosto assimétrico, com boca torta e sobrancelha caída;
  • Dificuldade para levantar o braço ou segurar objetos, pois o braço fica caído;
  • Fala embolada, lenta ou com um tom de voz muito baixo e muitas vezes imperceptível;
  • Movimentos incomuns e descontrolados, como tremores;
  • Sonolência ou mesmo perda de consciência;
  • Perda de memória e confusão mental, não sendo capaz de realizar ordens simples, como abrir os olhos e, podendo ficar agressivo e não saber referir a data ou o seu nome, por exemplo;
  • Náuseas e vômitos.

Apesar disso, o AVC também pode acontecer sem gerar qualquer sintoma visível, sendo descoberto em exames que são realizados por um outro motivo qualquer. As pessoas que possuem maiores chances de ter um AVC são aquelas que tem pressão alta, excesso de peso ou diabetes e, por isso, devem fazer consultas regulares no médico para evitar esse tipo de complicações.

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